segunda-feira, 29 de junho de 2009

Gato escaldado tem medo de água fria.


"A promotoria de São Paulo quer impedir que as próximas Paradas do Orgulho de SP seja realizadas na Av. Paulista. Isso porque casos graves de violência foram registrados, como a morte por espancamento do chefe de cozinha Marcelo Campos Barros. Por isso, o promotor José Carlos Freitas, responsável pelo inquérito, sugere locais fechados que, segundo ele, são ideais para manifestações como essa. "Uma alternativa é diluir em outros eventos [menores], para que possa ser utilizado o Sambódromo, o autódromo de Interlagos, até o estádio do Morumbi, que é um local apropriado para manifestações dessa natureza", disse Freitas.

Alexandre Santos, presidente da APOGBLT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo), se mostrou bastante irritado com a sugestão do promotor. 'A parada não é uma festa, e sim uma manifestação pública. Como tal deve permanecer em um local público como a Avenida Paulista'. Além disso, a 'Parada deve continuar sendo realizada no local onde nasceu'. Segundo o presidente da Associação, a medida poderia ainda gerar um conflito entre torcidas. 'Os são-paulinos já são associados aos LGBT e colocar a Parada dentro do estádio poderia aumentar a violência'. Xande ainda questiona: 'Quem garante que os manifestantes estariam seguros só com a mudança de local?'."



Não me parece uma simples preocupação da promotoria com a "segurança da população"...

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